sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Com que periodicidade?

"Igreja recomenda sete dias de sexo".
In "JN", Novembro de 2008. Escrito na fachada da Ermida da Nossa Senhora da Conceição, Belém.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ganhas ou perdes?

Um advogado vai caçar patos para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de
um lavrador.
Enquanto o advogado salta a vedação, o lavrador, já com uma certa idade, chega no seu tractor e pergunta-lhe o que está ele a fazer.

- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra, e agora vou buscá-lo.
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar, lembra o lavrador.
- E eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!

O lavrador então sorri e diz:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo. Nós aqui temos o Código Napoleónico! Resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés, depois você dá-me três pontapés e assim consecutivamente até um de nós desistir.
O advogado olha para o velho e pensa como será fácil dar-lhe uma carga de porrada.
Por isso, aceita resolver as coisas segundo o costume local.

O lavrador, muito lentamente, sai do tractor e caminha até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acerta
directamente nas bolas do advogado, que cai de joelhos e vomita.
O segundo pontapé quase arranca o nariz do advogado.
Quando o advogado cai de cara no chão, com as dores, o lavrador aponta o
terceiro pontapé aos rins, o que faz com que o outro quase desista.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado fala mais forte.
Ele não desiste, levanta-se, todo ensanguentado, e diz:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorri e responde:
- Deixe estar, eu desisto! Leve lá o pato!

domingo, 8 de agosto de 2010

“E o burro sou eu?”

Um dia um burro caiu num poço de onde não conseguia sair. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, não valia a pena o esforço. Chamou então os vizinhos para o ajudarem a tapar o poço e, consequentemente, enterrar vivo o burro.

Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro percebeu o que estavam a fazer e zurrou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.

Na vida, muitas vezes vão atirar-nos terra para cima, apenas porque é mais fácil. E irão fazê-lo frequentemente quando estivermos dentro de um poço. Nestes casos, o ideal é conseguirmos fazer como o burro e usar a terra que nos atiram para subir.

E já agora, quando estivermos no cimo do poço, acho que é de fazer algo que o burro se esqueceu: dar um coice valente nos tipos das pás!

Nota: A pergunta que titula este post tem como base uma expressão usada por Luís Filipe Scolari, ex-seleccionador de Portugal.

sábado, 7 de agosto de 2010

Quem atira a primeira pedra?

Viral criado pela agência Dainet contra a condenação à morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Ashtiani, acusada de adultério.

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