O anúncio criado pela W/Brasil, em 1987, para o jornal Folha de S.Paulo, vai voltar a ser exibido.
A prova de que a verdade, só a verdade e nada mais que a verdade... pode valer muito pouco.
«As respostas estão todas dadas; é aquilo a que chamamos real. Só é preciso saber fazer as perguntas certas».
domingo, 12 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Até quando?
"Portugal perde tempo à espera"
Título do "JN" em Dezembro de 2008
"Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar"
Jorge Palma
Título do "JN" em Dezembro de 2008
"Ai, Portugal, Portugal
De que é que tu estás à espera?
Tens um pé numa galera
E outro no fundo do mar
Ai, Portugal, Portugal
Enquanto ficares à espera
Ninguém te pode ajudar"
Jorge Palma
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Grande urso?
Veja o vídeo, faça a sua escolha, mas, mais importante, já no site do You Tube, siga as instruções do caçador. Mas siga mesmo! Ou seja, escreva no espaço em branco o que lhe vier à cabeça e clique no "play". E, sim, até pode escrever aquelas palavras...
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Com que periodicidade?
"Igreja recomenda sete dias de sexo".
In "JN", Novembro de 2008. Escrito na fachada da Ermida da Nossa Senhora da Conceição, Belém.
In "JN", Novembro de 2008. Escrito na fachada da Ermida da Nossa Senhora da Conceição, Belém.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ganhas ou perdes?
Um advogado vai caçar patos para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de
um lavrador.
Enquanto o advogado salta a vedação, o lavrador, já com uma certa idade, chega no seu tractor e pergunta-lhe o que está ele a fazer.
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra, e agora vou buscá-lo.
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar, lembra o lavrador.
- E eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador então sorri e diz:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo. Nós aqui temos o Código Napoleónico! Resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés, depois você dá-me três pontapés e assim consecutivamente até um de nós desistir.
O advogado olha para o velho e pensa como será fácil dar-lhe uma carga de porrada.
Por isso, aceita resolver as coisas segundo o costume local.
O lavrador, muito lentamente, sai do tractor e caminha até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acerta
directamente nas bolas do advogado, que cai de joelhos e vomita.
O segundo pontapé quase arranca o nariz do advogado.
Quando o advogado cai de cara no chão, com as dores, o lavrador aponta o
terceiro pontapé aos rins, o que faz com que o outro quase desista.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado fala mais forte.
Ele não desiste, levanta-se, todo ensanguentado, e diz:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorri e responde:
- Deixe estar, eu desisto! Leve lá o pato!
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de
um lavrador.
Enquanto o advogado salta a vedação, o lavrador, já com uma certa idade, chega no seu tractor e pergunta-lhe o que está ele a fazer.
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra, e agora vou buscá-lo.
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar, lembra o lavrador.
- E eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador então sorri e diz:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo. Nós aqui temos o Código Napoleónico! Resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés, depois você dá-me três pontapés e assim consecutivamente até um de nós desistir.
O advogado olha para o velho e pensa como será fácil dar-lhe uma carga de porrada.
Por isso, aceita resolver as coisas segundo o costume local.
O lavrador, muito lentamente, sai do tractor e caminha até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acerta
directamente nas bolas do advogado, que cai de joelhos e vomita.
O segundo pontapé quase arranca o nariz do advogado.
Quando o advogado cai de cara no chão, com as dores, o lavrador aponta o
terceiro pontapé aos rins, o que faz com que o outro quase desista.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado fala mais forte.
Ele não desiste, levanta-se, todo ensanguentado, e diz:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorri e responde:
- Deixe estar, eu desisto! Leve lá o pato!
domingo, 8 de agosto de 2010
“E o burro sou eu?”
Um dia um burro caiu num poço de onde não conseguia sair. O animal chorou fortemente durante horas, enquanto o seu dono pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, não valia a pena o esforço. Chamou então os vizinhos para o ajudarem a tapar o poço e, consequentemente, enterrar vivo o burro.
Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro percebeu o que estavam a fazer e zurrou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.
Na vida, muitas vezes vão atirar-nos terra para cima, apenas porque é mais fácil. E irão fazê-lo frequentemente quando estivermos dentro de um poço. Nestes casos, o ideal é conseguirmos fazer como o burro e usar a terra que nos atiram para subir.
E já agora, quando estivermos no cimo do poço, acho que é de fazer algo que o burro se esqueceu: dar um coice valente nos tipos das pás!
Nota: A pergunta que titula este post tem como base uma expressão usada por Luís Filipe Scolari, ex-seleccionador de Portugal.
Cada um deles pegou uma pá e começou a atirar terra para dentro do poço. O burro percebeu o que estavam a fazer e zurrou desesperadamente. Até que, passado um momento, o burro pareceu ficar mais calmo. O camponês olhou para o fundo do poço e ficou surpreendido. A cada pá de terra que caía sobre ele o burro sacudia-a, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até ao topo do poço, passar por cima da borda e sair dali.
Na vida, muitas vezes vão atirar-nos terra para cima, apenas porque é mais fácil. E irão fazê-lo frequentemente quando estivermos dentro de um poço. Nestes casos, o ideal é conseguirmos fazer como o burro e usar a terra que nos atiram para subir.
E já agora, quando estivermos no cimo do poço, acho que é de fazer algo que o burro se esqueceu: dar um coice valente nos tipos das pás!
Nota: A pergunta que titula este post tem como base uma expressão usada por Luís Filipe Scolari, ex-seleccionador de Portugal.
sábado, 7 de agosto de 2010
Quem atira a primeira pedra?
Viral criado pela agência Dainet contra a condenação à morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Ashtiani, acusada de adultério.
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